Imperfeitos, de Lauren Layne Recomeços #2

26 de junho de 2019

Quantas vezes um mesmo coração aguenta ser despedaçado? Essa é a pergunta que atormenta Michael St. Claire, o ex-bon vivant que, após ser rejeitado por Olivia e abandonado pelo melhor amigo, deixa o glamour nova-iorquino para trás e vai trabalhar num clube de tênis numa cidadezinha no Texas. Há um motivo secreto por trás dessa escolha geográfica: é lá que se encontram seu pai biológico e seu meio-irmão, Devon, que não fazem ideia de sua existência.
O que o plano de Michael não previa era conhecer Chloe, a garota mais inteligente, sarcástica e original que ele já vira. Em pouco tempo, eles se tornam grandes amigos, e quando Michael descobre que Chloe é apaixonada por Devon ele resolve que irá ajudá-la. Mas será que dois corações rejeitados conseguem, juntos, construir um recomeço? Ou irão apenas se machucar, perdidos na eterna busca por aceitação e pertencimento? 

Fonte da Sinopse: Paralela

Em “Imperfeitos” vamos conhecer Michael St. Claire, a ponta solta do trio que começamos a conhecer lá em Em pedaços, uma vez que me apaixonei pelo primeiro livro, fui criando uma persoanlidade para o Michael em minha cabeça que em partes estava certa e em alguns outros aspectos foi se desconstruindo aos poucos.

Depois do evento fatidico em que o “Trisal-não oficial” Ethan-Olivia- Michael se desfez (vamos abrir um parenteses aqui, olhando para as 3 capas ali em cima me dei conta que nossos mocinhos são quase exatamente a mesma pessoa, mesmo porte, mesma barba e mesmo cabelo…Olivia você não só está perdoada como também está de parabens pelo bom gosto) a vida do St, Claire ainda reserva muitas surpresas e algumas decepções.

O garoto acostumado com as regras e conveniencias do Upper east side em Nova Iorque, preterido não uma mas duas vez por Olivia, Michael parte sozinho e desolado para o Cedar Grove no Texas atrás de descobrir quem ele realmente é; Michael descobre numa briga dos pais que ele não é filho biologico do St. Claire além obviamente além de mexer com o orgulho dele , a curiosidade fala mais alto, ele precisa entender porque de uma hora para outro tudo o que ele tinha começa a desmoronar, motivado a descobrir um pouco sobre  a vida do pai biologico ele vai embora.

Faz seis meses que não me importo. Com nada.

Imperfeitos, pág 7.

Como partiu furioso para Cedar Grove, ele abre mão do conforto que o dinheiro dos St. Claire proporciona, abre mão de trabalhar com o recente diploma conquistado na NYU e vai trabalhar como instrutor de Tenis na pequena cidade, onde ele conhece, linda, refinada  (e chata na minha opinião) Kristin Bellamy um velho e bom exemplo do que ele já estava acostumado , o unico problema é que ela é namorado do Devon, o recente meio irmão que Michael descobriu, assim a garota passa a ser uma importante peça no jogo de aproximação, o que Michael não esperava é que junto a Kristin ele conhecesse Chloe, a irmã sarcastica, imprevisivel e cheia de inseguranças da Kristin.

Imagem com citação e capa do livro Imperfeitos, da Lauren La

Chloe é mais um ano mais nova que Kristin e praticamente o oposto, enquanto Kristin joga charme para todo e qualquer lado somente para se sentir o centro das atenções, Chloe volta seu foco para os estudos e para a paixão “secreta” que ela nutre por Devon, que antes de se tornar o namorado popular da irmã era o nerd seu melhor amigo.

As irmas Bellamys passam muito tempo no clube, Kristin porque fica entediada e marca inumeras aulas com Michael para treinar Tenis e jogar o charme aleatoriamente e Clhoe porque está cansada de ficar em casa onde os pais insistem que ela deveria se exercitar um pouco mais, talvez se ela ficasse mais proxima de kristin a aptidão para uma vida mais saudavel por osmose entraria na rotina dela.

Então afasto a mão, meio nervoso, porque tenho a estranha sensação de que Chloe Bellamy sabe que, quando eu concordo que é difícil, não estou falando do exercício.

Imperfeitos, pág. 31.

Quase como um (re)conto do patinho feio, Chloe cansada de viver a sombra da irmã  vai encontrar no Michael um aliado para se transformar,  para ele melhor que uma irmã Bellamy são duas, assim é o caminho fica em teoria mais rapido para a familia biologia, uma vez que a familia das garotas é estremamente proxima da familia do pai biologico.

Com muitas tiradas sarcasticas, muitos questionamentos sobre o corpo perfeito e todos os padrões impostos, é divertido ver duas pessoas bem perdidas se desconstruindo e se encontrando numa rota de colisão que vai fazer muita bagunça, com direito a viagem no 4 de julho no estilo mais cliche possivel os personagens acabam descobrindo que as verdades que a gente procura nem sempre são doces como imaginamos.

[…] Eu te amo Michael St. Claire. Mas não vou me oferecer de novo.Cansei de esperar que um cara acorde pra vida. Se me deixar ir embora, vou seguir em frente.

Imperfeitos, pág. 241.

Nesse livro não vamos encontrar  o bad boy e a moça indefesa, nem o casal de amigos que não enxergam o amor um do outro, vamos encontrar Michael e Chloe descobrindo que muitas vezes a felicidade é maior do que podiamos imaginar se olharmos pro lado; com epsaço para romance e auto descoberta o livro vai de a heroína hilariante para o final gloriosamente romântico. E a participação final dos amigos do passado, Olivia e  Ethan o livro que fecha a história de amigos que se machucam, se afastam e acabam descobrindo uma maneira de se reencontrar e compartilhar o que se tornaram, essa trilogia acerta exatamente o tom em todos os sentidos para os meus gostos de leitura.

Imperfeitos  
Autor
: Lauren Layne | Tradução: Lígia Azevedo | Editora: Paralela
Páginas:  256 | ISBN: 9788584391387
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Para ler:  Amazon

Ósculos e Amplexos, Karina.

Como num filme, de Lauren Layne

19 de junho de 2019
Imagem da capa do livro Como num filme, de Lauren Layne

As únicas coisas que o mauricinho Ethan e a rebelde Stephanie têm em comum são o curso de cinema na Universidade de Nova York e o roteiro que precisam desenvolver juntos. Mas, quando a proposta de recriar clássicos de Hollywood se confunde com a realidade, eles acabam se tornando os protagonistas de uma história de amor digna de Oscar! Ela quer um quarto confortável em uma boa casa. Ele quer ficar longe de sua ex. Eles precisam de uma boa nota. Convencidos a ajudar um ao outro, os dois entram em um acordo: Stephanie será a namorada de mentirinha de Ethan enquanto ele a deixa morar em seu apartamento. Para isso, ela deverá fingir ser uma perfeita lady: discreta, arrumadinha e, claro, completamente apaixonada… igualzinha à personagem do filme que estão criando. Contudo, à medida que os dois se aproximam, Ethan se vê completamente apaixonado pela garota cheia de mistérios e contradições ao seu lado. Agora, ele vai ter que decidir: será que seus sentimentos são pela Stephanie de verdade? Ou apenas pela versão que ele criou?
Fonte da sinopse Editora Pa
ralela

“Como num filme” é um Prequel do livro Em pedaços já resenhado aqui; prequel (prequela ou prelúdio) é uma obra que conta alguma história anterior em relação ao livro 1 de uma serie, mas em “Como num filme ” as coisas meio que ocorrem em paralelo com o “Em pedaços”.

Então dá para ler fora da ordem? Dá sim o que acontece é que se lermos em ordem alterada saberemos o segredo da Olivia, se lermos na ordem de lançamento já começaremos sabendo as motivações do Ethan.

Temos a cidade de Nova Iorque, os Hamptons e um curso de verão sobre roteiro de cinema na NYU com um professor vencedor de Oscar como pano de fundo para o casal do livro; Stephanie e Ethan se encontram minutos antes da primeira aula de roteiro, ela é aluna de cinema, ele apenas está no curso para fugir de um estágio de verão na empresa do pai; ele é um atleta, é rico e educado, gentil; ela uma artista, meio gótica das trevas, sarcastica sempre pronta a dar alfinetadas … tudo acontece apartir de um esbarrão, no meio do corredor com direito a bolsa aberta espalhando absorvente , livros  e tralhas; se essa descrição te deu um desespero  por conta da tonelada de clichês, não se desespere, sim há toneladas de clichês na narrativa, mas todos divertidamente narrados e nenhum deles à toa na construção dos personagens.

Nunca tinha virado a esquina e dado de cara com alguém, mas sempre pensei que acontecesse meio que em câmera lenta. Não é bem assim.

O curso de roteiro exige como trabalho final um roteiro original, o trabalho deve ser desenvolvido em duplas e obviamente Ethan e Stephanie vão ter que trabalhar juntos pelo verão inteiro, ela entende tudo de cinema e ele é afilhado do professor, ambos gostam de manter as notas altas e cada um tem muito mais por traz de suas aparências do que desconfiamos.

Ele se abaixa no mesmo momento, e consigo afastar a minha cabeça evitando que ela se choque com a dele, como se fosse uma cena de filme B. Infelizmente isso joga meus peitos na cara dele. Nós dos recuamos antes que seu nariz mergulhe bem ali no meio.

Apesar da tensão inicial, ambos vão descobrir que além de fazer o trabalho juntos eles podem se ajudar também fora da vida acadêmica. Stephanie precisa de um lugar para ficar enquanto pintam os alojamentos da faculdade e Ethan precisa de uma companhia nos eventos sociais da família porque não quer enfrentar a mãe e a ex Olivia sozinho, já dá para imaginar o que teremos pela frente.

Já não espero mais reação dessa garota, mas ela me surpreende, soltando uma risadinha que me faz pensar em um arco-íris saindo de uma poça de lama.

Quando comecei a ler o livro achei que não fosse me apegar tanto aos personagens, uma vez que eu já tinha amado o primeiro livro e nesse já conhecia parte da motivação do Ethan, mas a escrita é muito fluida, os capítulos alternam entre Ethan e a Stephanie e a ideia deles terem que construir o roteiro traz tantas referências de cinema que é como se  já estivéssemos assistindo ao filme que eles estão criando.

Até mesmo uma rebelde amarga que odeia os homens pode s e entregar para um cara que sabe segurar o rosto de uma pessoa enquanto a beija. Isso é arrebatador.

Eu sei, você já deve ter desconfiado, e até os personagens sabem que o plano de trabalho e a ajuda mutua que eles criam vai acabar dando errado em algum momento, separar o que é fake do que é real é uma bagunça deliciosa, Ethan é realmente o bom moço que parece ser e Stephanie está escondida embaixo de toda aquela maquiagem gótica trevosa.

Embora minha flor delicada esteja xingando como um marinheiro, eu sorrio. Meu pai estava certo. Estou feliz.

Enquanto os nossos personagens tentam entender o que acontece entre eles, também tem tempo para cada um se resolver com suas questões familiares; a cumplicidade que eles criam é de deixar o coração quentinho e apesar de um final um pouco corrido com uma sucessão de: “a gente está se querendo”, mas “estamos como medo”, o final poderia ser mais redondinho; a maneira como tudo se resolve nos deixa com um gostinho de quero mais. Ao que tudo indica em breve teremos o livro do Michael, fica aqui minha torcida que possamos reencontrar todos eles muito em breve!

Como num filme  (Recomeços #prequel)
Autor
: Lauren Layne | Tradução: Ligia Azevedo  | Editora: Paralela
Páginas:  224 | ISBN: 13: 9788584391288
SkoobGoodreads
Para ler: https://amzn.to/2Igol1N

Ósculos e Amplexos, Karina.

Em pedaços, de Lauren Layne – Série Recomeços #1

14 de junho de 2019
Capa do livro Em Pedaços de Lauren Layne

Aos 22 anos, Olivia Middleton tem Nova York aos seus pés. Por fora, ela é a garota perfeita — linda, inteligente e caridosa. Mas por dentro ela guarda um segredo terrível: um erro que a afastou das duas únicas pessoas que realmente importavam na sua vida. Determinada a esquecer o passado, ela deixa Manhattan e vai trabalhar como cuidadora de um soldado recém-chegado da guerra. Mas o que ela não esperava era que seu paciente fosse um jovem enigmático de 24 anos tão amargurado quanto cativante. Paul Landon está furioso — com o mundo, com a vida, com o seu pai e, acima de tudo, consigo mesmo. Depois de sofrer na pele os horrores da guerra do Afeganistão, a última coisa que ele quer é a companhia de uma princesa nova-iorquina linda, mimada e irritante. A presença de Olivia parece tóxica para Paul, mas ele não consegue afastá-la, mesmo tentando muito. Por mais que lutem contra uma atração intoxicante, Paul e Olivia não conseguem se manter distantes. Agora, precisam decidir: eles vão ajudar um ao outro a curar as feridas do passado ou vão se manter, para sempre, em pedaços?.
Fonte da sinopse Editora Paralela

Lauren Layne, vamos ser amigas? Esse é o segundo livro que leio da autora e definitivamente o que ganhou meu coração pra sempre! O que me fez escolher essa história além do contato anterior que tive com a autora foi saber que ele era uma especie de reconto de “A Bela e a Fera”. Ao passo que isso contou muito a favor também fiquei com medo da minha história preferida de todos os tempos fosse estragada, mas já adianto ali em cima pelas 5 estrelas que essa história roubou meu coração.

Por um segundo, no entanto, eu gostaria que ela perguntasse. Gostaria que alguém perguntasse o que aconteceu. Como estou. Algo além do enfadonho “precisa de alguma coisa?”. É claro que eu preciso. Preciso de alguém que se importe.

Nesse plot teremos Olivia e Paul como personagens centrais da trama, Olivia mora em Manhattan, frequenta a alta sociedade Nova Iorquina, estudava na NUY e vivia a vida do sonho americano, até que decide largar tudo para tentar reparar suas escolhas erradas que fez na vida tão perfeita que levava (insira aqui um eufemismo para fugir das enrascadas que se enfiou).

Estava com tanta pressa de escapar do mundo que nem parei para pensar que muitas vezes a fuga anda de mãos dadas com a solidão.

Enquanto isso no Maine conhecemos Paul, um veterano de guerra, que voltou do Afeganistão com muito mais que cicatrizes, apesar de jovem e sobrevivente Paul se recusa a conviver em sociedade, até que num ato desesperado seu pai contrata Olivia para fazer companhia ao filho atormentado, na esperança de que ela o traga de volta a vida.

Em algum lugar lá dentro, um demônio me diz que eu vou decepcioná-la. Que vou destruí-la. Pela primeira vez desde o Afeganistão, eu o ignoro. Pela primeira vez, eu me deixo acreditar que o passado – minhas cicatrizes – não me define.

É ai que começa o joguinho de gato e rato, enquanto eles aprendem a lidar um com o outro, eles também precisam lidar com os próprios problemas; como Paul vive enclausurado na casa são poucas as opções de cenário, e poucos os personagens secundários, mas todos que são inseridos na trama tem um papel muito importante e mesmo que a principio o pai pareça relapso aos poucos vamos entendendo as motivações de cada um.

Deveria ser um alivio, mas não consigo afastar um pressentimento sombrio. Não importa para onde eu olhe, as paredes estão caindo. E essa garota continua despertando em mim a coisa mais perigosa do mundo. Esperança.

Para todo amante de “A Bela e a Fera” há cenas especificas reproduzidas de outras maneiras em “Em pedaços” que sem duvida vão deixar seu coração quentinho. Os fãs da história vão reconhecer a biblioteca da “Fera”, Olivia cuida tão bem de Paul quanto a Bela cuidou da fera depois dele resgata la dos lobos, até referencia ao espelho que mostra o mundo real temos, tudo é trago do conto de fadas para o mundo de uma maneira magistral.

Amo a pessoa que Paul é. A escuridão e as sombras. Seu sorriso e a bondade que faz tanto esforço para esconder. O jovem quarterback por baixo do veterano de guerra. Amo mais o lado direito de seu rosto, coberto pelas cicatrizes, que a perfeição do esquerdo.

Para quem gosta de um bom New Adult essa é uma ótima leitura, “Em Pedaços” tem sua carga de drama bem dosada, duas pessoas com problemas completamente diferentes, numa vivencia forçada ( mesmo que só no começo) entendem que não há como medir a dor do outro pela sua própria dor; eu como leitora cometi o erro de no começo do plot achar que os problemas de Olivia não eram tão graves quanto os problemas de Paul (o que não justificava a necessidade de fuga dela), mas logo todo o empenho dela em ajuda-lo mesmo que isso pudesse a destruir no processo me fez entender o quanto a personagem é incrível!

Se meu objetivo inicial era manter Olivia Middleton na casa, minha nova intenção é muito mais sombria. Vou acabar com ela, do mesmo jeito que está acabando comigo.

“Em pedaços” é o primeiro livro de uma trilogia, mas que dá facilmente para ler como livro único, porque a história se fecha completamente mas Lauren Layne tem uma escrita tão quentinho no coração que logo você vai querer ler o segundo que aqui foi publicado como “Como num filme” que é um prequel e conta a história de Ethan (que é um personagem importante no primeiro livro). A Paralela tá arrasando nas publicações e capas, como capas são sempre polemicas aqui no Brasil adianto que dos três livros da Lauren Layne publicados aqui nossa versão de capa é muito mais bonita que a gringa!

Em pedaços (Série Recomeços #1)  
Autor
: Lauren Layne | Tradução: Lígia Azevedo| Editora: Paralela
Páginas:  248 | ISBN: 9788584391172
Skoob | Goodreads
Para ler: https://amzn.to/31xktkP
Ósculos e Amplexos, Karina.

There are girls like lions, de várias autoras

30 de maio de 2019

There are girls like lions é o tipo de livro que quando sento para escrever a resenha, não sei muito bem como começar. Não por ser uma leitura que explodiu minha cabeça, nem tão pouco por ser um livro que não superou minhas expectativas. Mas sim por ser um livro diferente do que eu imagina que seria. E isso não é algo negativo.

There are girls like lions é uma antologia com 30 poemas e textos das mais variadas escritoras. A ideia é ser um livro sobre empoderamento e sobre mulheres, nos mais diversos papéis que ela podem exercer no mundo. No livro vocês irão encontrar os textos de Margaret Atwood, Edna St. Vincent Millay, Kimiko Hahn, Tracy K. Smith, Gertrude Stein, Jennifer Chang, Sandra Cisneros, entre muitas outras, falando de diversas temas como maternidade, trabalho, amizade, amor, envelhecer e tantos outros assuntos que envolvem o ser mulher.

Here are girls like lions,
here are girls like howling wolves…
Here are girls who can’t breathe air, only fire.
Here are girls who carry kindness…
You’ve got to help them rise.

Elisabeth Hewer

Ler poesia é um desafio para mim. Ler poesia em inglês o desafio se multiplica. E talvez essa tenha sido a razão por eu não ter achado o livro algo tão tocante quanto imaginei que seria. Acho que o livro tinha uma preocupação muito maior com a forma do que com o conteúdo e por isso teve muitos poemas que a leitura não foi tão interessante assim. Para você ter uma ideia, não houve um que eu tenha falado assim: “Esse eu gostei!”. Por outro lado, acho a antologia muito rica, pois os textos são poemas riquíssimos em estrutura e em conteúdo também. Eu que talvez, não tenha entendido direito.

Não tenho muito o que revelar do livro no aspecto físico. Sei que ele é de capa dura, mas o que se refere a diagramação, material e etc, não pude notar por ter lido a obra em meio digital. Mas pelas fotos espalhadas pela internet e pelas ilustrações, dá para notar um trabalho primoroso no projeto editorial e gráfico.

Como tive acesso a obra através da plataforma NetGalley, ainda não está disponível no Brasil e não sei ainda se alguma editora brasileira irá publicar, mas se houver interesse. É um livro para aqueles que estão atrás de livros de poesia com essa pegada mais feminista e empoderada sem esquecer o aspecto artista bem autoral presente na poesia.

There are girls like lions
Autor: Várias autoras | Editora: Chronicle Books
Páginas:  96 | ISBN: 9781452173450
Skoob | Goodreads
Para lerhttps://amzn.to/2KeeYkL