A menina que roubava livros

Terminei A menina que roubava livros! E amei!

Ai gente que história boa de ler, que visão bacana que Zusak quis nos mostrar.

A menina que roubava livros era um livro que queria ler há muito tempo e com o lançamento do filme em janeiro acabei me animando mais para ler. O problema é que comecei a ler o livro, o filme foi lançado e não consegui terminar de ler. O resultado vocês já sabem: abandonei a leitura.

Em julho, durante as minhas férias, acabei retomando a leitura do livro. Como já sabem decidi continuar lendo as histórias que havia deixado de lado principalmente por conta da faculdade. Aproveite a viagem casa-faculdade-trabalho no ônibus para as minhas leituras (quando não estou viajando em pé, claro!).

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Comprei a edição com a imagem do filme na capa. Na verdade, eu achava que tinha pegado esse livro na casa da minha mãe. Só que percebi que era outro livro que tinha colocado na bolsa.

A menina que roubava livros conta a história de Liesel Meminger, uma menina na qual a mãe a envia para adoção junto o irmão que, muito doente, acaba morrendo no caminho. No enterro do menino, Liesel acaba roubando um livro que havia caído da roupa do coveiro, tornando o seu primeiro furto de livros. A narrativa mostra a infância da menina na cidade de Molching, a amizade com o menino Rudy Steiner e as aventuras e sofrimentos vividos na Rua Himmel.

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A leitura de A menina que roubava livros

No início, demorou um pouco para eu me simpatizar com a história. Ela se arrastava, não fazia muito sentido e eu não entendia muito bem a proposta do enredo. Me sentia perdida com a narração. Achava que era a menina, depois achei que era outra pessoa. Fiquei confusa! Antes da metade da história comecei a entender quem era realmente o narrador. Não direi quem é pois tira a graça de toda a leitura e da descoberta.

Quando lemos A menina que roubava livros sabemos que o fim será triste, trágico e que iremos chorar com aquela história. Porém, o narrador te acolhe com suas palavras enquanto conta os fatos. Você chora, mas parece que tem alguém ali te confortando.

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A citação que mexeu comigo!

Zusak foi bem feliz em seu objetivo. Ele queria mostrar a 2º guerra mundial de uma outra maneira: a partir dos olhos das pessoas alemãs que tiveram suas vidas modificadas por conta dela. Zusak escreve uma história contando os problemas, a miséria, a tristeza que os cidadãos alemães pobres tiveram que passar por conta da guerra. Elas não eram a favor daquilo, mas não podiam dizer nada pois sabiam o que isso poderia resultar.

É um livro bem escrito, triste com toda delicadeza e sensibilidade que pode ter. Recomendo a leitura para qualquer um.

Ainda não assisti o filme, mas não perderei a oportunidade assim que tiver um tempinho na agenda.

A menina que roubava livros
Autor
: Markus Zusak | Tradução: Vera Ribeiro
EditoraIntrínseca
Páginas: 383 | ISBN: 9788598078373
Skoob | Goodreads

Para lerhttps://amzn.to/3hhGAlV


Mil beijos e até mais

6 - Comentários

  1. Li esse livro há alguns anos e confesso que também achei uma parte da história bem confusa, tanto que quase abandonei. Ainda não vi o filme, quero reler o livro antes! E também faço parte dos leitores de ônibus, mas também leio quando estou em pé! hahaha Boa semana.

    • Oi Wanilla,
      Não é que a história é confusa, a narração que fica um pouco confusa entender.
      Depois a gente começa a entender quem é quem e a história se desenvolve melhor.
      Beijos

    • Su, concordo com vc sobre essa questão do chato.
      Eu brinco que só levo em consideração a opinião daqueles que leram o livro todo.
      A história é muito bem escrita, demora para pegar, mas você quer saber logo o que irá aconteceu. No fundo a gente sabe o que irá acontecer, mas mesmo assim fica um ar de mistério!

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