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Resenhas

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Muitas águas, de Madeleine L’Engle, é o quarto livro da famosa série literária Uma dobra no tempo. E hoje vou contar um pouco sobre como foi a leitura desse obra que chegou aqui em casa pela parceria do blog com a Editora Harper Collins Brasil. “É preciso acreditar em certas coisas para poder vê-las! Sandy e Dennys, os gêmeos da família Murry, sempre foram práticos, realistas e nunca prestaram muita atenção às conversas dos pais cientistas sobre coisas altamente teóricas como tesseratos e farândolas. Mas, após um acidente no laboratório do sr. e da sra. Murry, algo acontece com eles que desafia drasticamente suas capacidades de crer no impossível. Com um desastre à vista, será que os gêmeos conseguirão encontrar uma maneira de voltar à realidade? Tive a oportunidade de conhecer o trabalho da L’Engle esse ano. Até então nunca tinha ouvido falar sobre a autora ou sobre sua obra…

Algumas viagens nos transformam, outras nos despertam. Esqueça todas as histórias que você já leu sobre as férias de verão. Troque as praias paradisíacas pelos tons terrosos das reservas naturais americanas, as cadeiras e protetores solares por um trailer e um pacote de marshmallows, e abra bem os olhos para observar as estrelas com August, Seth e Henry, o trio improvável e inesquecível de LEVE-ME COM VOCÊ. Fonte da sinopse Editora Darksidebooks É muito fácil se apaixonar logo de cara pelo Leve-me com você, já no início sabe que August é um professor de ciências, que pretende fazer uma longa viagem de verão até o Parque Nacional Yellowstone acompanhado por seu cachorro Woody. Essa road trip tem um valor sentimental muito grande para ele, mas já bem no início da viagem o trailer quebra e ele precisa parar em uma mecânica no meio do caminho; é nessa mecânica que ele conhece o…

Em Mas tem que ser mesmo pra sempre?, Sophie Kinsella nos mostra de uma forma divertida, que as pessoas que mais conhecemos são aquelas que também mais podem nos surpreender. Juntos há dez anos, Sylvie e Dan compartilham todas as características de uma vida feliz: uma bela casa, bons empregos, duas filhas lindas, além de um relacionamento tão simbiótico que eles nem chegam a completar suas frases – um sempre termina a fala do outro. No entanto, quando os dois vão ao médico um dia, ouvem que sua saúde é tão boa que provavelmente vão viver mais uns 68 anos juntos… e é aí que o pânico se instala. Eles nunca imaginaram que o “até que a morte nos separe” pudesse significar sete décadas de convivência. Em nome da sobrevivência do casamento, eles rapidamente bolam um plano para manter acesa a chama da paixão: de um jeito criativo e dinâmico,…

Desde o seu lançamento, em 1937, Capitães da Areia causou escândalo: inúmeros exemplares do livro foram queimados em praça pública, por determinação do Estado Novo. Ao longo de sete décadas a narrativa não perdeu viço nem atualidade, pelo contrário: a vida urbana dos meninos pobres e infratores ganhou contornos trágicos e urgentes. Várias gerações de brasileiros sofreram o impacto e a sedução desses meninos que moram num trapiche abandonado no areal do cais de Salvador, vivendo à margem das convenções sociais. Verdadeiro romance de formação, o livro nos torna íntimos de suas pequenas criaturas, cada uma delas com suas carências e suas ambições: do líder Pedro Bala ao religioso Pirulito, do ressentido e cruel Sem-Pernas ao aprendiz de cafetão Gato, do sensato Professor ao rústico sertanejo Volta Seca. Com a força envolvente da sua prosa, Jorge Amado nos aproxima desses garotos e nos contagia com seu intenso desejo de liberdade.…