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Você sabe o que é livro de Cabeceira? Não??? Então vou explicar agora para vocês Livro de cabeceira, na verdade, pode significar várias coisas: O livro de cabeceira pode ser muitas coisas como vocês viram. Eu nunca tive um livro de cabeceira. Em nenhum dos sentidos que apresentei aí em cima. Só que 2018 chegou para se tornar o ano da leitura em minha vida e decidi me organizar e me empenhar mais nessa tarefa. Por isso decidi ter um livro de cabeceira no sentido de ter algo para ler todas as noites. Eu poderia escolher muitos livros da minha estante para essa tarefa. Sério! Fiquei contemplando qual seria, mas nenhum me inspiro para tal tarefa. Só então que depois da gravação de um vídeo, tive uma epifania e acabei escolhendo para essa empreitada o livro Os Diários de Sylvia Plath (1950 – 1962) Meu livro de cabeceira no momento…

Nossa, como eu já estava com saudades de escrever resenhas aqui no blog. E a de hoje tem um quê de especial pois é o meu primeiro contato com um dos maiores escritores de infantojuvenil brasileiro: Monteiro Lobato. A edição de Memórias da Emília em capa dura reúne algumas das primeiras ilustrações feitas para a obra de Monteiro Lobato. No livro, a boneca de pano mais famosa da literatura brasileira conta com a ajuda do sábio Visconde de Sabugosa para montar um livro de memórias. Misturando fatos reais e invenções, Emília filosofa sobre a vida e a morte, expressa suas visões de mundo e dá palpites sobre todos os assuntos do Sítio. Além disso, relembra suas aventuras com o anjinho da asa quebrada, com Popeye e o Capitão Gancho e a visita aos estúdios da Paramount Pictures, em Hollywood. Fonte: Globo Livros Para começo de conversa, descobri o lançamento do…

Olá pessoal, Homens imprudentemente poéticos é o meu primeiro contato com a escrita de Valter Hugo Mãe, livro que chegou por aqui através da parceria com a Globo Livros. Grande voz da literatura portuguesa contemporânea, Valter Hugo Mãe lança Homens imprudentemente poéticos, obra ambientada no Japão antigo e na qual o autor proporciona uma imersão idílica na cultura milenar japonesa. Com sua habitual escrita poética e desconcertante, Mãe traz à tona os temas da morte e do suicídio, em um contexto em que este ato possui um ponto de vista distinto ao do ocidente. Segundo o autor, no Japão, “um suicida não é visto como um fraco ou desistente, é visto como alguém que entendeu sua existência e se sente preparado para se entregar à natureza”.Mãe situa seus personagens em uma aldeia no sopé do monte Fuji, próximo da região conhecida como a Floresta dos Suicidas, lugar que visitou enquanto…